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Un novo discurso (I). O adversario interno

O pasado 28 de febreiro sentei comodamente na butaca de Palexco coa mera intención de escoitar. Non tardei en observar a emerxencia de dous discursos moi diferenciados (...). Sería bo que chegásemos ao convencemento práctico de que todos os sectores ideolóxicos se necesitan mutuamente.

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    (-)  Eu pergunto-me: O Bloco é uma organização que precisa (pois parecia que sem ela não vive) que exista outra organização a UPG comunista (eu não acredito muito em que o sejam, mas eles afirmam serem-no), que pensa o que tem que fazer o Bloco, decide polo Bloco, promove a quem acha bom, segundo eles etc etc. e fazem que apareçam com chifres como se forem demos, quem a eles discutirem seu papel.

    Que entendo eu Helena que seria a refundação do Bloco

    a) Chamar-se Bloco e esquecer-se dos nomes em castelhano ou galenhol dito de jeito mais preciso
    b) Que nenhuma outra organização prepare antes as assembleias e reuniões do Bloco.
    Já sei que em todos lados há grupos e lobis, porém isso não é nem grupo nem lobi, é um partido cuja função é gerir e controlar o Bloco (sua criação dizem eles) -e a sua contorna associativa.
    Pergunto, para eles a libertação da Galiza está por cima do Bloco ou por baixo? Eu penso, ainda que sendo da Veiga, ao melhor não olho fino pois faço-o desde fora da sua Galiza, que se não estiverem eles no controle, dão por certo que nada é possível. Porém estando no controle fazem para que tampouco nada for possível, e issom sim, para inçarem a Galiza de queimados
    c) que o Bloco for claro no que precisamos
    c.1) Independência, e construção de espaços sociais de normalidade
    c.2) A nossa língua é internacional, que não é igual a negar o direito de ninguém a usar o que sabe. E saberem em todas as instituições que (se) gerem que não existe "língua galega oficial na Galiza". Que normalizar não é fazer de PP bis pero em galeguista
    c.3) Galiza não é uma C.A. espanhola, somente
    c.4) Ganhar é ocupar a centralidade social, fazendo país. Defender o nosso público e espaços de normalidade, não pode ser igual a defender o que é estado e suas instituições e entramados que nos bane e aniquila aos que se chama de públicios.

    Porque acho que o problema para a refundação do Bloco é a UPG, vou pôr um recente exemplo.
    A pouco de chegar o anterior porta-voz nacional, pujo a andar a iniciativa Galiza pela Soberania. O meu primo de Rio-Torto aproveitando que coincidia com uns dias de férias na Veiga, disse-me Helena é uma assembleia aberta, vem a Compostela e anima-te com o projeto. Lá me levou a Nave de Vidam, explicou-me na reunião durante o jantar, que ali a maioria dos que estavam eram da UPG, que iam conduzir bem esse assunto pois assumiam essa linha, e que havia outros e outras organizações, que sem serem do Bloco, somavam.
    Eu estive na reunião das mulheres pela soberania mais tarde.
    Porém não passou muito e a UPG decidiu apagá-lo isso do GPS, não o via claro, e eles iam seguir com o de sempre, alguma palavra de ordem de quando em vez, e uma prática morna, e quanto mais morna mais há de bater espanha neles (em nós todos e todas).
    O Líder porta-voz do Bloco, antes de se perceber, todo aquilo que concebia como um processo social a desenvolver, de atrazer pessoas, estruturas e localidades e bisbarras, descobriu que o assunto estava totalmente frenado pela UPG, que onde dissera avante agora dizia travão. E isso sem que no Bloco se debati-se nada sobre o assunto, pois já algures adotaram os acordos.

    Logo passa que há que fala em termos de eles, mas é muito fácil de entender isso por quem quiser e for honrado

    Beijos Helena
    #1 votos: 1, karma: 38 + infolink
    el 15-03-2016 15:21 UTC por helena
    (-)  Eu pergunto-me: O Bloco é uma organização que precisa (pois parecia que sem ela não vive) que exista outra organização a UPG comunista (eu não acredito muito em que o sejam, mas eles afirmam serem-no), que pensa o que tem que fazer o Bloco, decide polo Bloco, promove a quem acha bom, segundo eles etc etc. e fazem que apareçam com chifres como se forem demos, quem a eles discutirem seu papel.

    Que entendo eu Helena que seria a refundação do Bloco

    a) Chamar-se Bloco e esquecer-se dos nomes em castelhano ou galenhol dito de jeito mais preciso
    b) Que nenhuma outra organização prepare antes as assembleias e reuniões do Bloco.
    Já sei que em todos lados há grupos e lobis, porém isso não é nem grupo nem lobi, é um partido cuja função é gerir e controlar o Bloco (sua criação dizem eles) -e a sua contorna associativa.
    Pergunto, para eles a libertação da Galiza está por cima do Bloco ou por baixo? Eu penso, ainda que sendo da Veiga, ao melhor não olho fino pois faço-o desde fora da sua Galiza, que se não estiverem eles no controle, dão por certo que nada é possível. Porém estando no controle fazem para que tampouco nada for possível, e issom sim, para inçarem a Galiza de queimados
    c) que o Bloco for claro no que precisamos
    c.1) Independência, e construção de espaços sociais de normalidade
    c.2) A nossa língua é internacional, que não é igual a negar o direito de ninguém a usar o que sabe. E saberem em todas as instituições que (se) gerem que não existe "língua galega oficial na Galiza". Que normalizar não é fazer de PP bis pero em galeguista
    c.3) Galiza não é uma C.A. espanhola, somente
    c.4) Ganhar é ocupar a centralidade social, fazendo país. Defender o nosso público e espaços de normalidade, não pode ser igual a defender o que é estado e suas instituições e entramados que nos bane e aniquila aos que se chama de públicios.
    c.5) Colocar Portugal e a Lusofonia no lugar que correspondem.

    Porque acho que o problema para a refundação do Bloco é a UPG, vou pôr um recente exemplo.
    A pouco de chegar o anterior porta-voz nacional, pujo a andar a iniciativa Galiza pela Soberania. O meu primo de Rio-Torto aproveitando que coincidia com uns dias de férias na Veiga, disse-me Helena é uma assembleia aberta, vem a Compostela e anima-te com o projeto. Lá me levou a Nave de Vidam, explicou-me na reunião durante o jantar, que ali a maioria dos que estavam eram da UPG, que iam conduzir bem esse assunto pois assumiam essa linha, e que havia outros e outras organizações, que sem serem do Bloco, somavam.
    Eu estive na reunião das mulheres pela soberania mais tarde.
    Porém não passou muito e a UPG decidiu apagá-lo. Pois isso do GPS, não o Olhavam claro, e eles iam seguir com o de sempre, alguma palavra de ordem de quando em vez, e uma prática morna, e quanto mais morna mais há de bater espanha neles (em nós todos e todas).
    O Líder porta-voz do Bloco, antes de se perceber, todo aquilo que concebia como um processo social a desenvolver, de atrazer pessoas, estruturas e localidades e bisbarras, descobriu que o assunto estava totalmente freado pela UPG, que onde dissera avante agora dizia travão. E isso sem que no Bloco se debati-se nada sobre o assunto, pois já algures adotaram os acordos.

    Logo passa que há quem fala em termos de eles, mas é muito fácil de entender isso por quem quiser e for honrado

    Beijos Helena

    beijos Helena
    #2 votos: 0, karma: 19 link
    el 15-03-2016 15:32 UTC por helena
    (-)  Bom engadindo um "tilde" mais:
    Eu penso que no Bloco pode haver grupos e incluso a UPG, mas esta se se quer refundar o Bloco tem que deixar de ser o que é e para o que é. Penso que todos sairão ganhando.

    Senhores da UPG, refundem-se já. Pelo Bloco e pela Galiza

    Beijos Helena
    #3 votos: 0, karma: 19 link
    el 15-03-2016 16:20 UTC por helena
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Chuza